terça-feira, 17 de julho de 2007

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília (UnB) e

Universidade Católica de Brasília (UCB)

declaram a seguinte moção de apoio:

Na última reunião do conselho de entidade de base (CEB) foi tirando a seguinte moção de apoio:

Moção de apoio a ocupação da Reitoria da USP


Manifestamos nosso apoio e solidariedade a mobilização e a pauta de reivindicação estudantil na Universidade de São Paulo.
O Movimento Estudantil da Universidade de Brasília – UnB e da Universidade Católica de Brasília (UCB), solidarizam-se com a luta dos/as estudantes pelo aumento de verba (através de financiamento público), contratação de professores, democratização da universidade e assistência estudantil.
Nós que lidamos com as dificuldades de lutar pelos nossos direitos e ideais cotidianamente, entendemos e reafirmamos como legítima a luta
de estudantes e funcionários das USP pelo Ensino Superior Público, Gratuito e de Qualidade.
A ocupação é uma resposta necessária aos decretos autoritários do governador do estado de São Paulo, José Serra, que interferem diretamente na autonomia e na democracia universitária.
Também manifestamos aqui nosso desprezo a qualquer tipo de repressão, seja ela policial, jurídica ou política ao movimento
estudantil ou a qualquer movimento social. Defendemos a liberdade de manifestação política por acreditar que esta é fundamental para a
consolidação da democracia.Saudamos ainda todos e todas que trabalham e lutam pela construção de uma universidade pública, gratuita, democrática e comprometida com a transformação da sociedade.


UNB

Centro Acadêmico de Letras – CALET
Centro Acadêmico de Biblioteconomia – CABIBLIO
Centro Acadêmico de Geografia – CAGEA
Centro Acadêmico de História – CAHIS
Centro Acadêmico de Serviço Social – CASESO
Centro Acadêmico de Sociologia – CASO

Centro Acadêmico de Antropologia - ANTRO

Centro Acadêmico de Matemática – CAMAT

Centro Acadêmico de Pedagogia – CAPE
Centro Acadêmico de Artes Cênicas – CACEN
Centro Acadêmico de Engenharia Florestal – CAEF
Centro Acadêmico de Antropologia – CAANTRO
Centro Acadêmico de Administração em Agronegócios – CAAGRO
Centro Acadêmico de Ciências Naturais – CACINA
Centro Acadêmico de Física – CAFIS
Centro Acadêmico de Química – CAQUI
Centro Acadêmico de Enfermagem – CAENF
Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães – DCE
Movimento Instinto Coletivo
Coletivo Nada Será como Antes – Oposição ao DCE – UnB



UCB

Centro Acadêmico de Serviço Social – CASS

Centro Acadêmico de Pedagogia - DANSEP

Centro Acadêmico de Direito - CADIR

Centro Acadêmico de Comunicação Social - CACTOS

Centro Acadêmico de Fisioterapia - CAFISIO

Movimento de Valorização Acadêmica - MOVA




MOÇÃO DE APOIO DE ERINALDO SILVA

Eu, Erinaldo Soares da Silva, brasileiro e casado, sou pai de quatro filhos, três mulheres e um homem, nasci na cidade de Jurema, estado de Pernambuco. Vim para São Paulo nos anos 70, alcancei o regime militar e eu via com meus olhos quanto era difícil na época da ditadura. E o movimento estudantil que se moveu no Brasil inteiro com a cara pintada, a força sindical e todas as outras forças se uniram para pedir as “Diretas já”. E hoje é formado o direito da democracia que dá o direito ao cidadão de se manisfestar sobre aquilo que ele pensa e aquilo que ele deseja. É por isso que eu estou me unindo ao poder da juventude para dar um apoio aos direitos que eles querem adquirir não só para eles, mas para no futuro seus filhos, seus netos e o próprio Governo que vai ser formado pelos jovens de hoje. É por isso que eu, que não tive oportunidade de ser um grande leitor, estou hoje aqui, na reitoria ocupada da USP, dando apoio a esses jovens que lutam pelos direitos que eles querem conseguir. Não são os jovens que estão quebrando, como muitos acusam, não são os jovens que destróem, mas são os jovens que desejam um Brasil melhor para o futuro de muitos brasileiros. Eu, Erinaldo Soares da Silva, que sou aposentado porque trabalhei honestamente, tenho visto na televisão o movimento dos estudantes e vi também a reportagem que eles fizeram a respeito dos prédios deteriorados, sem água, sem conservação e sem cuidado. Um patrimônio público que custou milhões e milhões, os estudantes não estão quebrando. Esse movimento é para cuidar do patrimônio público que está abandonado. E eu, Erinaldo Soares da Silva, tinha vontade de ser um voluntário para trabalhar no setor público, mas no mesmo instante eu volto atrás, porque não dá para trabalhar como voluntário, eu que ganho pouco acima do salário mínimo. E toda vez que é para o Governo dar um aumento, eles fazem milhões de cálculos de matemática dizendo que o Brasil não tem condições de dar o aumento, porque o Brasil, as prefeituras e o INSS vão quebrar com a merreca que eles dão para o aposentado. Mas para aprovar o salário deles, até para dobrá-lo, eles não fazem cálculo e nem quanto vai dar de prejuízo para os cofres públicos. Não é porque não tem dinheiro, é porque o dinheiro que iria para o pobre, para o aposentado, para a creche, para a saúde, para a escola, para a faculdade, esse dinheiro fica no bolso dos corruptos, que foram eleitos para governar, mas se envolvem na corrupção. Não sei por que tanta ambição por dinheiro. E 90% dos políticos já são ricos e empresários. Eu, Erinaldo Soares da Silva, gostaria de fazer um desafio a um economista que faz os cálculos de planejamento do Estado ou a qualquer político que tenha sido contra o aumento do salário mínimo: o presidente Lula diz que ele está tão bom, mas quero ver qualquer político descontar um botijão de gás, uma passagem de ônibus e uma de metrô, uma conta de luz, uma conta de água e um aluguel – o mais barato que for – e nós passarmos trinta dias numa casa com o que sobrar do salário mínimo. É por isso que eu vim aqui, me unir aos estudantes para protestar contra essas injustiças.




Erinaldo Soares da Silva

(011) 98982449


Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública.


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS- DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES

Rod. Washington Luis, Km 235 – CEP 13565-905 São Carlos – SP – Brasil - Fone: (16) 3351-8396 dce_ufscar@yahoo.com.br – www.dce.ufscar.br

Moção de apoio às revindicações e à luta dos alunos da USP

São Paulo contra os decretos de José Serra

O DCE Livre – UFSCar vem, através deste documento, manifestar seu apoio aos alunos da USP – São Paulo por sua luta contra os decretos Serra e à pauta de reivindicações apresentada pelos alunos em seu blog, “Ocupação da USP”, na internet.

Os decretos de José Serra, assim como o projeto de Reforma Universitaria PL-7200/06 (em tramitação no Congresso Nacional) são, em sua totalidade, tentativas de sucatear as Universidades Públicas através de medidas que, além de diminuir sua autonomia e sua qualidade de ensino, não atendem às reivindicações históricas e atuais do movimento estudantil.Não podemos permitir que nosso ensino superior público seja destruído por absurdas medidas assinadas às nossas costas.

Contem com nosso apoio!



Diretoria DCE Livre - UFSCar



MOÇÃO DE APOIO DOS ALUNOS DA UFSCAR

Moção de apoio aos alunos da USP São Paulo

A Assembléia de Estudantes da Universidade Federal de São Carlos vem, através deste documento, manifestar seu apoio aos alunos da USP São Paulo por sua luta contra os decretos Serra e à pauta de reivindicações apresentada pelos alunos em seu blog,Ocupação da USP, na internet.

Nos solidarizamos com os estudantes que estão ocupando neste momento a Reitoria da USP e todos aqueles que estiveram presentes ao Ato no Palácio dos Bandeirantes no dia 31/05.
Os decretos de José Serra, assim como o projeto de Reforma Universitaria PL-7200/06 (em tramitação no Congresso Nacional) são, em sua totalidade, tentativas de sucatear as Universidades Públicas através de medidas que, além de diminuir sua autonomia e sua qualidade de ensino, não atendem às reivindicações históricas e atuais do movimento estudantil.Não podemos permitir que nosso ensino superior público seja destruído por absurdas medidas assinadas às nossas costas.

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