terça-feira, 17 de julho de 2007

MOÇOES DE APOIO

Os funcionários da Prefeitura do Campus da Capital, reunidos em
assembléia no dia 09/05/2007 decidiram:a) Manifestar seu apoio
institucional aos estudantes que ocupam a reitoria da USP, por
entenderem que a ocupação consitui um método de luta legítimo tanto do
ponto de vista político quanto histórico, pois uma vez que a Reitoria,
o conselho universitário e a burocracia acadêmica não têm
compromisso e nem envergadura política necessária para assumirem a
defesa da universidade contra a intervenção do governo, é justo e
legítimo que os estudantes tomem todas as medidas que julgarem
necessárias para combater os decretos que constituem a base da
intervenção violenta que o Governo Serra impôs às universidades
estaduais de São Paulo desde o primeiro dia de seu mandato.b) E pelos
mesmos motivos repudiar a moção da congregação da FFLCH por seu
caráter hipócrita, calunioso e reacionário.
Aos estudantes acampados na Reitoria da USPGostaria de manifestar
total apoio aos estudantes da USP em sua luta contra as políticas
implantadas pelo Governador José Serra. Em especial, manifesto o meu
apoio dado um fato que coloca essa ocupação como um divisor de águas
no movimento estudantil brasileiro. Explico por que a seguir.Pela
primeira vez temos um ato estudantil com cobertura em tempo real na
internet, por uma mídia completamente independente e isenta: a da
própria ocupação. Logo após terem disponibilizado um Blog, os
estudantes participantes disponibilizaram uma rádio on-line. Esse Blog
já soma um número grande de acessos, que deverá ultrapassar as 10.000
visitas em menos de 5 dias, mostrando o poder da internet e o
interesse de todos no ato.Na realidade, as manifestações estudantis
sempre despertaram grande interesse no público, o problema é que a
grande mídia tradicional, amarrada pelos seus próprios interesses e
ligações com o governo, especialmente com o partido que governa o
estado a mais de 12 anos, sempre noticiou esses fatos com timidez. O
Blog da Ocupação da USP vem para mostrar que a inclusão digital no
movimento estudantil só tem a contribuir e a potencializar os nossos
movimentos presenciais.Parabéns aos estudantes da USP pela iniciativa
e por deixar todos nós informados em tempo real através de uma mídia
dos próprios estudantes.[]'sLeandro ChemalleDiretor de Inclusão
Digital da UNEMovimento UNE Livre - Inclusão Digital
Nós moradores da comunidade da favela Vila Dalva, Rio Pequeno,
apoiamos a ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo,
realizada 3 de maio. Compreendemos a importância perante a
precarização do ensino superior e público no Brasil, e muitos votos
que a luta contra o decreto do Serra deixede ser só dos universitários
e funcionários públicos e se estenda, porque,essa luta e de todo povo
Brasileiro!
Todo apoio aos combativos estudantes que ocupam a reitoria da USP "Me
gustan los estudiantes que marchan sobre las ruinas, con las banderas
en alto pa' toda la estudiantina" Violeta Parra – Me gustan los
estudiantes As três organizações constituintes do Fórum de Unidade dos
Comunistas vêm, por meio desta moção, manifestar seu total apoio à
luta dos combativos estudantes que, neste momento, ocupam a Reitoria
da Universidade de São Paulo. A iniciativa desses jovens é uma
legítima resposta aos sucessivos ataques protagonizados pelos governos
tucanos que, há mais de 12 anos, promovem um verdadeiro desmonte e
sucateamento das universidades públicas estaduais de São Paulo como
parte integrante de um amplo projeto de implementação das políticas
neoliberais na esfera da administração pública paulista. Prova disso
são os recentes decretos do governador José Serra, que provocam a
dissolução da administração do ensino superior paulista, impedem o
aumento na transferência de verbas para a educação pública e liquidam,
covardemente, a autonomia das universidades. ABAIXO OS DECRETOS DO
GOVERNADOR SERRA! VIVA O ENSINO SUPERIOR PÚBLICO, GRATUITO E DE
QUALIDADE! VIVA A AUTONOMIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS! VIVA A LUTA
DOS ESTUDANTES! CCLCP- Corrente Comunista Luís Carlos Prestes PCB-
Partido Comunista Brasileiro RC- Refundação Comunista São Paulo, 10 de
maio de 2007
O Coletivo Revolutas vem a público apresentar seu apoio incondicional
aos estudantes da USP que ocupam o prédio da reitoria.No momento em
que os servidores públicos se articulam para travar uma luta em defesa
dos serviços públicos e de qualidade como a educação, o sistema
previdenciário, o direito à greve etc., a ocupação do prédio da
reitoria do campus Butantã da USP torna-se um símbolo dessa luta. Nos
últimos doze anos de gestão tucana, os governos Covas, Alckmin e Serra
têm conduzido um desmonte da educação pública no estado de São Paulo:
com a precarização das condições de trabalho, superlotação das salas,
abriram e continuam abrindo caminho para a educação, que é um direito
social, tornar-se mercadoria.A continuação da ocupação, decidida em
assembléia no dia 8 de maio, com mais de mil estudantes, coloca a luta
estudantil à frente de um movimento de enfrentamento, não apenas
contra as ações da reitoria, mas também contra os interesses do
governo Serra, principal responsável pelo desmonte da educação pública
em São Paulo. A vitória virá apenas através da luta, pois apenas ela
pode transformar essa atual situação.TODO APOIO À OCUPAÇÃO!POR UMA
EDUCAÇÃO PÚBLICA, DE QUALIDADE E GRATUITA A TODOS!"Ou os estudantes se
identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta,
ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que
exploram o povo" (Florestan Fernandes)
Moção em solidariedade à ocupação da reitoria da USP O CAHIS (Centro Acadêmico de História), e o CACOS (Centro Acadêmico de Comunicação Social), ambos da UFMT, vêem através desta moção manifestar seu irrestrito apoio a ocupação da reitoria da USP por parte de seus estudantes. Entendemos que esta ocupação se coloca como única saída para os estudantes paulistas frente aos sistemáticos ataques do governo estadual através dos decretos de Serra, que ferem gravemente a autonomia universitária, assim como do governo federal com seu projeto de reforma universitária que vem a mercantilizar ainda mais o ensino superior. Saudamos a todos estudantes USPIANOS que através da luta direta contra o desmonte do ensino público, constroem na prática um novo movimento estudantil, combativo, antigovernista e livre das burocracias paralisantes. CAHIS/UFMT gestão CONTRACORRENTE - 2007/2008 CACOS/UFMT gestão PARATODOS - 2007/2008
Centro Acadêmico de Farmácia - UFPR caf@ufpr.br Curitiba, 20 de maio de 2007 Moção de Apoio aos Estudantes da USP e demais Ocupantes. Nós, do Centro acadêmico de Farmácia da UFPR, demonstramos por meio dessa moção todo nosso apreço pela luta que estão construindo na USP e em todo o estado de São Paulo. Acreditamos que a metodologia que vocês têm adotado é totalmente válida e materializa a luta estudantil. Desejamos que essa luta consiga romper os muros da Universidade, aproximando os movimentos sociais, consiga fazer com que a população se apodere do conhecimento produzido em nossas Universidades e perceba que elas são do Povo e não de Politiqueiros como Serra e outros tantos que estão promovendo o desmonte da Educação. Boas lutas! Centro Acadêmico de Farmácia-UFPR Gestão Instinto Coletivo
Nota dos estudantes da Pós-Graduação em Antropologia da USP. Nós, estudantes do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP, repudiamos toda forma de desocupação violenta do prédio da Reitoria e punição contra os estudantes que participam da ocupação iniciada em 3 de maio de 2007. Em defesa da autonomia e do caráter público da Universidade frente aos processos graduais de sucateamento e privatização, nos declaramos em favor da retomada das negociações e da ampliação do debate público sobre os decretos do governo Serra que afetam o Ensino Superior. 18 de maio de 2007.
Moção Em resposta a moção da Congregação do Instituto de Geociências, do dia 16 de maio de 2007, os funcionários do IGc vem manifestar através desta o seu repúdio e indignação à forma subserviente que a direção desta instituição reage às pressões de órgãos superiores. Independente da aprovação ou não da ação estudantil nota-se claramente uma pronta reação de concordância com o desmando dos poderosos e um profundo descaso com as necessidades das instituições e seus integrantes. Inaceitável, dentro de um estado democrático de direito, foi o desrespeito da Magnífica Reitora ao não cumprir compromissos assumidos com estudantes, funcionários e professores. Quanto à menção da expressão "estado democrático de direito", consideramos que, violá-lo é antes de tudo desrespeitar os seus preceitos, a exemplo dos decretos que estão sendo impostos e que frontalmente se opõem à Constituição. Funcionários do Instituto de GeociênciasEm 21 de maio de 2007.
Caros companheiros no Brasil, Saudações da Malásia! Nós do Partido Socialista da Malásia (PSM) gostaríamos de expressar nossa solidariedade aos companheiros que participam da ocupação na USP contra as políticas neoliberais. Nós temos sofrido ataques neoliberais demais e precisamos de uma vez por todas nos mobilizar contra a constante opressão movida contra a classe trabalhadora e o pobres. Nós acreditamos que apenas através da organização e mobilização das bases podemos trazer mudanças significativas. Nós esperamos que os companheiros no Brasil continuem sua luta até derrubar todas essas políticas neoliberais. Sua atitude é nossa inspiração. Longa vida à luta popular! Longa vida ao socialismo! Em solidariedade, Choo Chon Kai Liga Internacional Partido Socialista da Malásia (PSM) ______________________________
_________________________________________________________________________Ficamos surpresos ao abrir nossa caixa de e-mail e encontrar este texto em inglês. Traduzido por Brianna Loch_______________________________________________________________________________________________________Dear comrades in Brazil, Greetings from Malaysia! We in the Socialist Party of Malaysia (PSM), would like to extend our solidarity to comrades who have been particiapte in the occupation of USP against neoliberal policies. We have enough of the neoliberal attacks and definitely need to mobilise against the continuous oppression against the working class and the poor. We believe only through organisation and mobilization from below, we can make a meaningful change. We hope comrades in Brazil will continue to fight until the defeat of all neoliberal policies. Your action is our inspiration. Long live people's struggle! Long live socialism! In solidarity, Choo Chon Kai International Bureau Socialist Party of Malaysia (PSM)
Em defesa da Universidade de São Paulo ANTONIO CARLOS ROBERT MORAES ESPECIAL PARA A FOLHA (disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2305200705.htm) Quando o atual governo do Estado de São Paulo decidiu promulgar um decreto alterando a estrutura das universidades públicas estaduais, gerou a possibilidade da crise que agora vivenciamos. Tal medida não constava do programa de governo apresentado pelo candidato a governador, nem foi levantada em sua campanha eleitoral. Por isso surpreendeu a comunidade uspiana, inclusive aqueles que nele votaram. Para utilizar uma expressão popular, foi uma medida "tirada do bolso do colete", incidindo em uma área da administração pública estadual que, comparativamente, não apresentava grandes problemas. Ao contrário, a USP permanecia com a sua produção acadêmica de qualidade e estava expandindo vagas. Cabe assinalar que, para uma proposta que visava "aprimorar" o sistema universitário paulista, a medida continha grandes lacunas e imprecisões, como ficou bem demonstrado nas alterações posteriormente realizadas pelo próprio governo estadual, e nas dúvidas que persistem sobre suas atribuições até o momento. Em face ao quadro descrito, e dada a omissão dos dirigentes da USP que não se manifestaram quando da publicação do decreto, instalou-se um clima de insatisfação na comunidade uspiana. Tal terreno possibilita atitudes radicais e mesmo impróprias, como a invasão do prédio da reitoria por um grupo minoritário, que se manifestou como "vanguarda" política no processo. Sem dúvida, essa ação desencadeou o debate que agora se trava, porém a atual situação de impasse, que persiste, é altamente lesiva à instituição. As atividades-fim de ensino, pesquisa e extensão são prejudicadas, e municia-se os interesses contrários à universidade pública com argumentos falaciosos, que passam à sociedade uma visão distorcida da vida universitária. Órgãos de imprensa inescrupulosos fartam-se nessa situação, apresentando os docentes como uma corporação privilegiada e os alunos como rebeldes irresponsáveis. Esta visão deturpada e intencionalmente dirigida para a destruição de um bem público não releva os enormes serviços prestados pela USP ao longo de sua existência. Todo o sistema universitário brasileiro lhe tem como matriz geradora de quadros especializados e como referência institucional. A pesquisa de excelência ali praticada, responsável por quantidade considerável da produção humanística e científica nacional, se expressa desde a geração de patentes de remédios de suma importância para a saúde humana até a elaboração de interpretações básicas para o entendimento de nossa história, desde o desenvolvimento de tecnologias vitais para o país até a reflexão sobre posicionamentos que aprimoram a nossa sociabilidade. Além disso, cotidianamente, a universidade presta diversificados serviços à população, seja no campo do atendimento médico, da elaboração de laudos técnicos, de difusão da cultura, entre outros. Enfim, seria longa a lista dos benefícios que a universidade cria para a sociedade que a mantém. Pequeno é o seu custo em comparação com outras aplicações dos recursos públicos. Por essa tradição já consolidada, a Universidade de São Paulo não pode ser colocada na "bacia das almas" do jogo de interesses mercantis, partidários ou político-eleitorais. A sociedade paulista tem de defender este seu patrimônio, lutando pela manutenção de sua autonomia, de sua independência administrativa e de pensamento. O que não significa falta de transparência na prestação de contas (como parece sugerir o discurso governamental). ------------------------------
----------------------------------------------------------------------ANTONIO CARLOS ROBERT MORAES é professor-titular do Departamento de Geografia da FFLCH, foi secretário da Adusp e representante dos professores-assistentes e dos professores-doutores no Conselho Universitário da USP
Em face da grave crise pela qual passa a USP, o Conselho do Departamento de Antropologia manifesta, em 22 de maio de 2007, seu apoio aos esforços da comissão de docentes desta Faculdade que, reunidos com os estudantes, buscam uma saída pacífica que restabeleça o diálogo e as condições de convivência institucional. Entende este colegiado que iniciativa como essa contribui para substituir a violência como recurso de pressão e de imposição da vontade de uns contra a vontade de outros pelo recurso próprio à universidade, que é a persuasão racional e a deliberação mediante a palavra compartilhada.
Os funcionários do ICB, reunidos em assembléia, manifestam posição frente à moção emitida pela Congregação deste Instituto referente ao apoio dado à reitoria.A forma utilizada para análise e aprovação da referida moção, pela primeira vez no ICB, vai contra a tradição democrática de discussão ampla dentro da unidade, onde todos os membros da comunidade e inclusiva da Congregação, debatem e encaminham as resoluções de uma forma participativa e democrática.O referido documento foi apresentado aos congregantes em forma de consulta, e assim não pode ser entendido como uma resolução da Congregação.Outrossim, repudiamos a maneira como foi tratada nesta "moção" a ocupação do prédio da reitoria por parte dos estudantes, sendo esta classificada como "invadido por um grupo de alunos com o apoio, em um momento posterior, de um grupo de funcionários", dando a entender que eles não representam a comunidade de estudantes e funcionários desta Universidade.Entendemos que a luta dos estudantes é em defesa da autonomia universitária, valor este que deveria ser prezado e defendido por todos os setores da comunidade acadêmica.Funcionários do ICB em greve.23 de maio de 2007.
São Paulo, 21 de Maio de 2007. EDUCAFRO MANIFESTA APOIO À LUTA DOS ESTUDANTES DA USP Rede de cursinhos comunitários para negros condena uso da força policial e está solidário com propostas dos universitários, professores e funcionários! A EDUCAFRO - Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes, rede de pré-vestibulares comunitários presente em toda periferia de São Paulo, conforme deliberado em assembléia geral dos núcleos de base, vem a público expressar sua solidariedade e apoio ao movimento que hoje ocupa a reitoria da USP, bem como às reivindicações dos professores, funcionários e professores desta Universidade. O grande êxito da "Ocupação" é despertar toda sociedade para as sérias questões apresentadas nos 17 itens de exigências dos estudantes. Muitos pontos da Pauta são lutas da Educafro, de movimentos sociais e do movimento negro. Devem ser aprofundados pela USP, pelo Governo Serra, pela ALESP e Poder Judiciário urgentemente! Por este motivo, apoiamos a atual Ocupação da Reitoria USP! Da ditadura militar aos nossos dias, a juventude organizada resiste, contesta e propõe novos rumos. Nesse sentido, a luta pelo acesso igualitário à educação pública e pelo resgate do papel da universidade enquanto espaço de resistência tem sido uma das suas principais bandeiras. É de se lamentar o fato de que o atual governador José Serra e muitos políticos que militaram no movimento estudantil, tendo resistido ao autoritarismo, tomem hoje posicionamentos repressivos defendendo o uso da força policial contra os estudantes. É triste ver a USP acionando a policia contra os seus próprios alunos. Não é de hoje que a Universidade usa do autoritarismo e se recusa a repensar suas práticas. A Educafro já sofreu com diversas formas de repressão ao se manifestar, sendo impedida de participar de discussões públicas sobre Ações Afirmativas ou tendo seus alunos impedidos de adentrar-se ao Campus. A negativa da USP em ceder isenções da taxa do vestibular (só conquistada com muita luta judicial e protestos) ou incluir quesito étnico no INCLUSP, além da insistente postura da USP em não alterar o quadro de exclusão de negros(as) são demonstrações da mesma REPRESSÃO. Hoje se põem novos desafios não só aos estudantes da USP, mas também a toda a juventude: Transformar a USP numa Universidade a serviço da sociedade, democratizando e universalizando o acesso às camadas populares. Durante os mais de 10 anos de luta da Educafro pela inclusão de pobres e negros à Universidade, a USP tem se mostrado insensível e tem tomado atitudes elitistas e excludentes. Exigimos o atendimento às pautas colocadas pelo movimento, em especial, que acolha o item 15, "Lutas por ações afirmativas - mudança radical na concepção de Inclusp para garantir o acesso real de negros e pobres à universidade". A Educafro acompanha com preocupação o desenrolar dos acontecimentos na USP. Acreditamos que, em nome do bom senso e da justiça, a Reitoria da USP, Universitários, Professores e Funcionários, retomarão os encaminhamentos necessários da pauta de reivindicações em todos os seus 17 pontos! Exigimos que o Governador Serra ordene a retirada imediata da polícia militar do interior do campus e, em conjunto com a USP, requerer judicialmente a cassação da ordem de reintegração! Apelamos à capacidade política do governador e da reitoria da Usp, no sentido de buscar o diálogo, dispensando o USO DA FORÇA POLICIAL, ARTICÍFICIO QUE REPUDIAMOS E ENTENDEMOS SER CARACTERÍSTICA EXCLUSIVA DOS GOVERNOS AUTORITÁRIOS! Apoiamos e nos solidarizamos aos guerreiros e guerreiras! Que ZUMBI DOS PALMARES sirva de inspiração e a RESISTÊNCIA DO POVO AFRO-BRASILEIRO ao longo da história, dê luzes às próximas ações! Sede Nacional da Educafro
Moção de apoio as estudantes da USPNós estudantes do Instituto de Artes da UNESP, apoiamos a luta contra a repressão e em defesa de uma educação pública gratuita e de qualidade.Diretório Acadêmico Manuel BandeiraPedro BacellarCoordenadoria de Administração e Finanças

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